poemas: chances #2

nós seguimos estáticos
cegos, apáticos
leves, sorumbáticos
simples, impossíveis
tristes, desatinados
então vem a questão:
por que nunca acontece?
por que você esquece?
por que perde chances?
por que age por impulsos?
por que é tão inseguro?

só uma coisa a dizer: o nó da tua orelha ainda dói em mim.

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