grafite na cidade

nas ruas, o grafite infindável. pra mim, alma inquebrantável, não há de que. não sei por que. as coisas mudam. as coisas rumam. o mundo poderia. ele deveria. e se eu penso. ele vai poder. querer não é poder. mas mesmo com essa mistura inconciliável, eu mudo. e esqueço. absorvo. e temo. por que quanto ao futuro? bem. somos pedra. somos reza. somos Ser. somos levezas pedindo para crer. e estamos por conseguinte estando, crendo, absortos em mundos fim. eu peço. eu esclareço. eu escrevo. ah! eu escrevo. quanto ao futuro resta crer. basta sorte. basta querer;;; então o grafite estava na rua e me olhou. aquele grafite colorido. uma analogia? uma caricatura? uma face? uma expressão? Era o grafite do Marcelo Eco Marchon nas paredes da cidade, Botafogo.

 

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